sábado, 14 de janeiro de 2012

PASSEIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


Depois de sangue,suor, lágrimas.. EU CONSEGUÍ!!!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011


Prisão? cadeia? Presos somos nós, que não podemos circular pela Getúlio Vargas e pelo centro nem à luz do dia, que dirá depois das 6 da tarde. Nós vivemos detrás das cercas eletrificadas, dos portões e das grades reforçadas. Eles estão por aí, soltos.. circulando livremente pelas ruas, protegidos pela lei.. pela maldita lei da menor idade. Ahh menor idade!  DIREITOS HUMANOS PRA QUÊ? DIREITOS HUMANOS PRA QUEM? Não venha me dizer você pra não ter preconceito. É ele (infelizmente) que nos livra diariamente da violência. Andamos na rua medindo a cara das pessoas e nos preparando pra responder a um cordial "bom dia" ou para correr ao abrigo mais próximo.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

"Me escondo aqui no mundo real
mas venho de outro lugar: do mundo de ilusão.
Vivo de lembranças, de quase sonhos,
quase religião, quase verdade.
Quase ataque do coração.

Vivo de quase luto, quase amor
quase tesão, Quase irmãdade
quase ceita, quase faculdade, quase avião

Quase meninos, quase meninas 
quase cigarro, quase traição
quase veneno, quase poesia
quase música, quase uma constelação."

L.K.S.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

(...) Saí apressada do escritório. Não fazia a menor idéia de como estava o tempo cá fora, até descer as escadas e sentir a brisa fresca no rosto. Era fim de tarde.. de um lado, o sol se pondo deixando um céu azul-rosado, e colorindo tudo ao redor. Do outro, uma lua tímida na metade do céu. Eu passava a mão no cabelo tentando ajeitar ( no meu narcisismo exagerado). Caminhava por aquelas ruas, tentando encontrar em cada pedaço de esquina, em cada rosto, uma resposta. Imaginava as pessoas me respondendo essa pergunta, esse nó que voltou a incomodar dentro de mim.. o que elas diriam? O que você diria?
É mais simples, tem que ser simples.
E essa saudade de não-sei-quê, de um tempo não-sei-quando ?
E sua voz falando baixinho no telefone, pra seus irmãos não acordarem.. lembra? Os verões quentes, as tardes intermináveis e o choro de despedida?
Esse nó falando dentro de mim, que nem um ouriço.. não consigo mais evitar.
Eu vejo milhares de cartas, vejo promessas sendo quebradas.. cuidado quando me prometer alguma coisa. Escorpiana com ascendente em touro que sou, lembro de todas sem esquecer de cobrar depois. Ahhh.. essa sua mão na minha cintura, esse amor.. cadê?
E pra completar, essa lua....

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Valeu teu pique, estrela cadente.. até nunca mais ♪

(...)Certa noite, uma estrela cadente passou pelo meu céu e parou.
Me mostrou lugares, sabores, cores e histórias que nunca vira antes.
Me inebriei com o seu encanto, sua beleza rara.
Quase acreditei em tudo que ela me disse, e me entreguei. Mas estrelas cadentes se vão...
E ela partiu no seu pique, sem dizer um "adeus".
Mas como, mas por que, mas como?
Hoje meu céu é turvo; depois desta estrela cadente, nenhuma estrela foi capaz de me encantar, e de dar vida ao meu céu.

...
Vento de maio - Lô Borges

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Independência?

O que comemorar? Jaqueline roriz ilesa, bandidos só de passagem pelas delegacias, corrupção, covardia e desfalque pra todos os lados, fome, desolação, dívidas, violência, governos corruptos pra todos os lados, cidade suja, professores da rede municipal sendo humilhados pelo excelentissimo prefeito (des)Aparecido Staut (esse vai dormir com as vaias do povo hoje no desfile), preconceito com os homosexuais.. putz, tanta coisa. Será mesmo que temos o que comemorar? Algo nessa nossa nação nos dá orgulho? Já deu.. em muitos momentos da história sentimos orgulho em sermos brasileiros. Mas e o hoje?
Dizem que a história só se repete, e se isso realmente for verdade, e não só coincidência. caminhamos para um estopim, um ponto de ebulição de algo que vai revolucionar. Assim o espero.
Precisamos gritar novamente, e mais alto:
- INDEPENDÊNCIA OU MORTE!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Pe. José Koopmans

"Há homens que lutam um dia e são bons;
Há outros que lutam varios dias e são melhores;
Há aqueles que lutam varios anos e são excelentes;
Mas existem aqueles que lutam a vida inteira: esses são imprescindiveis"
Bertold Brecht


Holândes, se tornou baiano e em sua luta denunciou a invasão da monocultura do eucalipto. Querido nas periferias, na alta sociedade, na roça, querido pelos índios e pelos sem terra. Se foi e deixou sementes em vários corações, que com certeza vão tocar sua luta. Se foi de repente, mas sem dúvidas, cumpriu sua missão! 


“(…) Vai companheiro, vai fundir-se com a mãe terra, já que a vida inteira tomou-a em defesa, sem jamais transigir. Agora, Tu e Ela, uma só matéria. Vai companheiro, aninhar-se nos braços da Lua, pois tua luta nunca será olvidada, teu grito profético contra a destruição e mercantilização da natureza, tua fúria lúcida contra a corrupção de políticos vigaristas de todos os matizes, corrupção que mata e subtrai a vida de milhares de pessoas, teu profundo senso de justiça, tantas vezes motivo de perseguição pela Igreja Vaticana a que pertences, que, com suas estruturas conservadoras e truculentas, o cerceava; mas não é o evangelho que diz ‘Felizes os que tem fome e sede de justiça’(…)”? (Aliomar Rabelo Cesar)